sábado, 22 de maio de 2010

A prioridade do futuro modelo civilizacional é o ambiente.Disso estamos certos.Assim, é preciso perguntar, porquê essa certeza ?A resposta é simples, o ambiente somos nós, e nós seremos sempre e definitivamente a prioridade.Então, porquê tanto desarranjo ambiental?A resposta só pode ser - não sabemos viver em harmonia connosco, somos maus amigos de nós próprios, não sabemos provocar o nosso bem estar?Parece que é aí que reside o problema, uma má relação connosco.Mas afinal é um problema de maus procedimentos de acções incorrectas para connosco, má gestão do nosso corpo, da nossa mente e baixa energia consequente, inoperatividade na luta pela vida, dependência em relação a terceiros e perda de autonomia com a consequente perda de autonomia e de direcção própria.Aqui chegamos ao cerne do problema, o homem não sobrevive sozinho e cria dependências, mas desarmoniza a sua vida quando deixa essa dependência ser unilateral e aí a perda de autonomia que pode conduzir à perda de respeito por si próprio a uma imagem débil e impotente de si.A dependência em relação ao dinheiro e ao que ele possibilita é uma forma de grande alienação resultante de uma má apreciação das necessidades e da qualidade de vida do corpo e do espírito.Todos os seres vivos nos dão lições a esse respeito, a perda de consciência biológica leva-nos a aceitar como soluções respostas que contrariam o mais elementar instinto de sobrevivência e a provocar asneiras de consequências assustadoras e lesivas da vida no planeta.A Humanidade precisa de reguadas no traseiro de ser sujeita a tratamento psiquiátrico profundo.A civilização carece de civilidade, a morte e a doença são os prémios de tanta asneira acumulada.Passemos então em revista o modo doentio por comparação ao saudável.Homem urbano, o falhanço da inteligência natural e a prótese como substituição do natural. O maior aborto legal é o homem urbano, a toxicodependência feita modo de vida.Ele é o vampiro da natureza, o aleijado de alma que tudo e todos devora para existir mediocremente, o ser desprezível que humilha a vida e que por é por ela eliminado e morto pois não encaixa na ordem que o fez e comanda.Devemos celebrar a sua morte e acelerá-laEis como fazer:Deixando-o encerrado no seu habitat - a cidade- e não lhe dando hipóteses de nos vampirizar, matá-lo à fome deixando de lhe fornecer alimento.Como o seu trabalho consiste em arranjar formas de obter a sobrevivência à custa dos outros é urgente abandona-lo à improdutividade dos seus actos, isolando-o dos reais meios de produção da vida.Dentro de pouco tempo estará a bater-nos à porta ou encontrará uma das suas soluções para morrer mais depressa o que nos poupa o trabalho,O importante é deixá-lo morrer por si próprio e impedir que nos envolva no seu jogo doentio.Doença que Reich chamou de peste emocional, infecção que subjaz a todas as outras inclusive a simples constipação, purga necessária para quem está no purgatório, desse lugar periclitante as direcções normalmente apontam para baixo - o inferno esse, é o habitat do diabo, esse fanático da urbanidade - promotor da degeneração pessoal e colectiva que goza do monopólio da informação social mediatizada, sem cheiro, sem hálito ou tacto rei de todas as dependências pai dos políticos e de toda a outra classes de diabretes e diabretas que mascarados no pó de arroz da imagem sem alma, onde até os mortos FALAM COMO OS VIVOS QUE NÃO SABEMOS SE ESTÃOI JÁ MORTOS tal as nuvens de enxofre que nos embriagam e adormecem até a perda de tudoJerónimo Boch viu nascer o inferno e os seus diabos mentores nessa celebrada renascença mãe da feiticeira ciência e das suas bruxarias promovendo o sabat a ideal social fazendo da noite dia e a febre de febra a American way of dead on Saturday night fever.Morrerão todos na lava cancerígena que os irá engolindo lentamente mesmo antes que derretam as calotes polares e vento do norte os apague para todo o sempre.A profecia de Noé repetir-se-á no coração dos justos a natureza não morre, pois o seu alimento vem de Deus e da sua Lei.Não vale a pena rir nem chorar só - Fé na Ordem Natural. Aquela que criou o sol que diariamente se dá ao trabalho de nos trazer a vida para fabricarmos a morte de que temos tanto medoMas a quem oferecemos este néscio viver cobarde inútil de querer eternizar as horas matando os momentosQuando a consciência nasceu o homem viu Deus ,Quando o desejo se fez Eva a morte inventou o corpo e a alma viu o lixo do mundo cair-lhe em cima.Hoje vive soterrada por baixo do entulho de alcatrão e cimento Que o demo baptizou e babel eternizouMeditemos no que temos debaixo dos pésOuçamos o coração da terra as suas preces aflitasCarregando bagos contaminados vem a laboriosa formiga mineira a inocência foi traída como as crianças pedofilizadas.Os vampiros desprezam tudo a sede que os moveNão vê almas nem corações encerremo-los no seu próprio ninho Sufoquemo-los no seu próprio cheiro.Façamos politica com as nossas próprias mãosExcluamo-nos do social integremos o ideal. -----

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